Primeiramente ele encheu um frasco de vidro com nitrato de prata e, após expor o recipiente à luz, descobriu que a substância que havia ficado em contato com a luminosidade se tornara da cor violeta, enquanto o restante da substância continuava intacta.
O seu próximo passo foi introduzir nesse mesmo frasco um chumaço de papel stencil e, após expô-lo novamente ao sol, a surpresa! Descobriu que haviam ficado impressas, por um curto espaço de tempo, na superfície do frasco, em negativo, as palavras escritas no stencil.
Começava, pois, a história da fotografia, e era o pontapé inicial para que uma infinidade de experimentos fosse feita até que em 1826 o inventor francês Joseph Nicéphore conseguisse, finalmente, fixar uma imagem através desse processo.
Resolvido o problema da impressão de uma imagem através da luz sobre uma superfície, restava agora fazer com que essa imagem pudesse ser fixada e, posteriormente, copiada. Entrava em cena o inventor francês Joseph Nicéphore Niépce, e começava a portentosa história da fotografia!
Em 1826, teve uma ideia que, definitivamente, passaria para história da fotografia mundial. Utilizou uma chapa de estanho, cobre e chumbo na qual despejou um tipo de asfalto que não é derivado do petróleo (o asfalto da judeia). Logo após, colocou em cima dessa chapa uma ilustração embebida em óleo para que a luz atravessasse o papel e atingisse a placa com o asfalto.
Resultado: como esse asfalto endurece ao contato com a luminosidade, ao lavá-lo com uma substância química, descobriu que a imagem da ilustração havia fixado-se permanentemente na chapa, ficando, assim, disponível para ser copiada várias e várias vezes. Apesar de algumas controvérsias, o pintor e inventor francês Louis Mandé Daguerre é considerado o “pai da fotografia moderna”, devido, entre outras coisas, ao fato de tê-la popularizado e tornado-a acessível a uma boa parte da população francesa da época.
No ano de 1829, Daguerre utilizou uma chapa de ouro repleta de sais de prata e vaporizada por iodo, obtendo, com isso, iodeto de potássio. Essa substância, exposta à luminosidade, numa câmera escura, tinha a capacidade de sensibilizar-se ao contato com a luz, e bastava que a chapa recebesse um banho de mercúrio aquecido para que uma imagem nela impressa fosse exposta. O processo culminava com um banho de tiossulfato de sódio, a fim de que a imagem fosse fixada e posteriormente reproduzida.
Daguerre confirmava, assim, a sensibilidade dos átomos de prata à luminosidade ao formarem cristais que reagem quimicamente às ondas de luz, capturando as imagens que elas refletiam. Começava, pois, a história da fotografia mais ou menos como a conhecemos nos dias atuais!
Muito bom 10 excelente mega master súper plus
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